quinta-feira, 31 de março de 2011

CARACTERISTICAS GERAIS DE UM VÍRUS
1) AGENTE PATOGÊNICA (CAUSA DOENÇA) E PARASITA INTRACELULAR OBRIGATÓRIO (POIS DEPENDEM DE UMA CÉLULA VIVA PARA SE REPRODUZIREM).

2) COMPOSIÇÃO QUÍMICA: CAPA PROTETORA DE PROTEÍNAS E ÁCIDOS NUCLÉICOS.

3) SEM ORGANIZAÇÃO CELULAR (ACELULARES) 
SEM CÉLULAS, SEM METABOLISMO, SEM MOVIMENTO, SÃO INCAPAZES DE CRESCER EM TAMANHO E DE SE DIVIDIR.
ESQUEMA DE DOIS VÍRIONS
(A) VÍRUS NÃO ENVELOPADO E (B) VÍRUS ENVELOPADO

 FORMAS COMUNS EM VÍRUS (ADENOVÍRUS EM FORMA DE ICOSAEDRO)
 
FOTOGRAFIA ELETRÔNICA DE VARREDURA DE UM VÍRUS DE AVE
TIPOS DE VÍRUS DE DNA

VÍRUS H5N1 INFLUENZA A

VÍRUS DO MOSAICO DO TABACO

VÍRUS DE RNA 
FOTO MOSTRANDO UM VÍRUS BACTERIÓFAGO E SEU DNA 
QUE SE DESENROLOU E SAIU DO CAPSÍDIO

FOTOGRAFIA ELETRÔNICA DE VARREDURA DE UM ADENOVÍRUS E SEU ESQUEMA ESTRUTURAL

CLASSIFICAÇÃO DOS VÍRUS 

VÍRUS E SUAS INFECÇÕES VIRAIS

Origem: http://setimocientista.blogspot.com/

ORGANELAS

Uma organela pode ser definida como uma determinada parte do citoplasma responsável por uma ou mais funções especiais. As organelas citoplasmáticas mais importantes estão citadas abaixo.

  *    Mitocôndrias
  *    Reticulo endoplasmático rugoso
  *    Reticulo endoplasmático liso
  *    Aparelho de Golgi
  *    Ribossomos
  *    Lisossomos
  *    Peroxissomos
  *    Vesículas revestidas por membrana
  *    Microtúbulos
  *    Centríolos
  *    Microfilamentos
 
 
1) HISTOLOGIA DAS ORGANELAS


1.1) Mitocôndria


Função: fundamental importância no processo de respiração celular e no fornecimento de energia a partir da quebra da glicose.  O fornecimento de energia provém do ciclo de Krebs, que ocorre no interior das mitocôndrias, onde a partir de uma molécula de glicose, se formam 38 ATPs, CO2 e H2O.  Além disso, é na membrana mitocondrial interna que ocorre o sistema transportador de elétrons, que também fornece ATP.
        
Constituição: principalmente proteínas e lipídeos. Também há DNA, RNA, magnésio e cálcio. O DNA é composto de filamentos duplos e circulares. Quanto ao RNA, existe o rRNA, mRNA e o tRNA.

Estrutura: geralmente são alongadas e de tamanho e distribuição variáveis. São encontradas dispersas no citoplasma. A quantidade de mitocôndrias está diretamente relacionada com a necessidade de energia. Quanto maior a necessidade de energia, maior será o número de mitocôndrias encontradas no local, por exemplo, a cauda do espermatozóide, o fígado e o músculo estriado cardíaco. Microscopicamente as mitocôndrias apresentam duas membranas lipoprotéicas, uma membrana localiza-se mais externamente e a outra mais internamente em relação à estrutura da mitocôndria.  A primeira é permeável, lisa e contém purinas, enquanto que a segunda é semipermeável e contém cristais mitocôndrias, citocromos e enzimas usadas na produção de energia.
         O espaço entre essas membranas é o espaço intermembranoso. O espaço interno, limitado pela membrana interna é a matriz mitocondrial. É na matriz que existe a maioria das enzimas usadas na B oxidação e no ciclo de Krebs.
        

TAXONOMIA

Taxonomia (do Grego verbo τασσεῖν ou tassein = "para classificar" e νόμος ou nomos = lei, ciência, administrar), foi uma vez, a ciência de classificar organismos vivos (alfa taxonomia). Mais tarde a palavra foi aplicada em um sentido mais abrangente, podendo aplicar-se a uma das duas, classificação de coisas ou aos princípios subjacentes da classificação. Quase tudo - objectos animados, inanimados, lugares e eventos - pode ser classificado de acordo com algum esquema taxonômico.[1]
Alguns afirmam que a mente humana organiza naturalmente seu conhecimento do mundo em tais sistemas. Esta visão é baseada frequentemente na epistemologia de Immanuel Kant.
Antropologistas têm observado que as taxonomias são inerentes à cultura local e aos sistemas sociais, servindo a várias funções sociais. Talvez o estudo mais bem conhecido e mais influente de taxonomias populares seja o The Elementary Forms of Religious Life de Emile Durkheim .

ORGANELAS CELULARES

ORGANELAS CELULARES

MITOCÔNDRIA


ORGANELAS CELULARES
MITOCÔNDRIAS


Rudolph Albert von Kölliker, professor assitente de dissecação anatâomica  junto a Friedrich Gustav Jakob Henle (o discobridor da alça de Henle no rim) .
Kölliker era fisiologista e anatomista alemão renomado e observou o que ele chamou de grânulos no citoplasma das células.
Todavia o primeiro estudo que se tem registro sobre mitocôndrias foi conduzido por Richard Altman, médico patologista e histologista alemão, interessado na estrutura e teoria celular, na década de  1840. Ele as denominou bioblastos, por pensar serem organismos elementares de vida autônoma (metabólica e genética) que viviam dentro do citoplasma da célula. Ele tambem desenvolveu um método para colorir essas organelas usando ácido pícrico, anilina e fucsina (corando as mitocondrias de camesim contra um fundo amarelo). Richard Altman publicou seus resultados em um tratado chamado Die Elementarorganismen (Os organismos elementares) em 1890. Mais tarde o médico Dr. Carl Benda em 1898, cunhou o nome mitocôndria para essa organela.

Mitocôndrias (do grego μίτος = mitos = fio, filamento + χονδρίον = chondrion = grânulo) estão presentes no citoplasma de todas as células eucarióticas (exceto num pequeno grupo de protoctistas arquezoa; esse grupo provavelmente perdeu a mitocôndria ao longo da evolução). 

Ad mitocôndrias caracterizam-se por apresentarem propriedades morfológicas, bioquímicas e funcionais específicas. Quando observadas em um aumento grande apresentam-se como estruturas cilíndricas com aproximadamente 0,5 micrômetros de diâmetro e vários micrômetros de comprimento. Uma célula hepática (célula do fígado) normal pode conter de 1.000 a 1.600 mitocôndrias, enquanto alguns ovócitos (células que dão origem ao gameta feminino,  o óvulo) podem conter até 300.000 em seu citoplasma. 

O que significa esse grande número de mitocôndria nestas células? Pense um pouco e elabore uma hipótese para explicar esse fato.
Microfilmagens em diferentes intervalos de tempo, feito em céculas vivas, mostram que as mitocôndrias são organelas muito móveis e plásticas, podendo mudar constantemente sua forma e mesmo fundindo-se umas com as outras e se separando novamente.

Sua membrana externa e interna é estruturalmente constituída de lipoproteínas, e contêm um grande número de enzimas e coenzimas que participam das reações de transporte de eletétrons em suas cristas. Essas proteínas estão ligadas a produção de energia ou ATP (adenosina trifosfato), molécula rica em energia essencial para a vida.

DNA mitocondrial

A mitocondria apresenta seu próprio genoma (DNA). Esse fato apoia a hipótese endossimbiótica (de que as mitocôndrias, no passado foram bactérias que encontraram abrigo dentro de uma célula recebendo proteção e fornecendo energia em troca).  Esse fato teria produzido o primeiro ser vivo EUCARIOTO.
O genoma das mitocôndrias é constituído por várias moléculas circulares de DNA e dentro de cada molécula, múltiplas cópias do mesmo gene, (o que garante uma grande acuracidade na produção de fatores importantes para a geração de energia (respiração celular)).

O DNA mitocondrial é de herança materna (ou seja, as mitocôndrias que todos os seres vivos possuem vem sempre da mãe (do ovócito materno que se desenvolve no óvulo) e ao ser fecundado por um espermatozóide gera um zigoto, cujo genoma mitocondrial é totalmente materno. O espermatozóide, apesar de possuir inúmeras mitocôndrias, estas são destruidas quando ele penetra no óvulo. 

Qual a conseqüência que do fato de herdarmos as mitocôndrias somente da mãe? Existe algum uso para essa característica? Onde essa característca pode ser usada pelo homem e com que objetivo?

(A) Microscopia eletrônica revela o DNA mitocondrial em um local específico  na  organela próximo membrana. 
(B) Moléculas de mtDNA (DNA mitocondrial) marcado com ouro é visto como particulas aglomeradas em determinados locais na organela. 
(Iborra et al., 2004).
 Microscopia eletrônica de um condrócito (célula do tecido cartilaginoso), mostrando a mitochondria M em seu citoplasma. A mitocôndria foi corada para o cálcio, o que revela  um importante papel no metabolismo e regulação desse mineral (Ca) no organismo.

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Carl von Linné
Latinizado: Carolus Linnaeus (1707 -1778)

Foi botânico, zoólogo, médico e naturalista sueco, estudou medicina na Universidade de Lund e Uppsala onde veio a lecionar. De seus estudos com plantas escreveu em 1735 sua obra mais importante "Systema naturae", onde lançou as bases para a classificação atual dos seres vivos. Nessa obra ele criou as categorias sistemáticas principais.

Categorias sistemáticas


Reino
Filo
Classe
Ordem 
Família
Gênero
Espécie

CRITÉRIO

Classificação baseada na semelhança de características morfológicas, fisiológicas, anatômicas e bioquímicas.

ESPÉCIE

Grupo de indivíduos semelhantes
(no nível morfológico e funcional, e bioquímico); 
idêntico cariótipo (mesmo número cromossômico) 
que vivem numa mesma área geográfica,
capazes de reprodução (cruzam-se)entre si, 
originando descendentes férteis, 
e que estão isoladas reprodutivamente de outros grupos.
 
Seres humanos


Reino: Metazoa

Filo: Chordata

Classe: Mammalia

Infra-classe: Placentalia

Ordem: Primatas

Família: Hominidae

Subfamília: Homininae

Gênero: Homo
Conceitos de população e espécie


Indivíduo - os individuos que existem na natureza se agrupam em unidades que denominamos poupulação e espécies. Logo, a única categoria que efetivamente existe na natureza é a espécie.

População - grupo de organismos com características semelhantes vivendo num mesmo habitat em um mesmo tempo, com certo grau de parentesco entre si, cruzando e produzindo descendentes férteis.

Espécie - conjunto de indivíduo com características morfológicas semelhantes, vivendo numa mesma área, num mesmo tempo e que podem se cruzar em condições naturais produzindo descendentes férteis.
 
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TEORIA DA ENDOSINBIOSE

A Teoria da Endossimbiose, também conhecida como Endossimbiose Sequencial, proposta por Lynn Margulis, propõe que organelos ou organóides, que compõem as células eucariontes tenham surgido como consequência de uma associação simbiótica estável entre organismos. Mais especificamente, esta teoria postula que os cloroplastos e as mitocôndrias (organelos celulares) dos organismos eucariontes (com um verdadeiro núcleo celular) têm origem num procarionte autotrófico – provavelmente um antepassado das cianobactéria atuais - que viveu em simbiose dentro de outro organismo, também unicelular, mas provavelmente de maiores dimensões, obtendo assim proteção e fornecendo ao hospedeiro a energia fornecida pela fotossíntese.
A principal implicação da endossimbiogênese é a de que os eucariotas são, de fato, quimeras produzidas pela combinação de diversos genomas de procariontes.
Esta teoria é apoiada por várias similaridades estruturais e genéticas como, por exemplo, o facto dos cloroplastos primários das plantas conterem clorofila b e os das algas vermelhas e glaucophyta conterem ficobilinas.

origem: http://pt.wikipedia.org/wiki/Teoria_da_endossimbiose

Teoria Endossinbiótica para formação dos eucariotos



Através da invasão de uma célula (protobionte) uma bactéria se instalou no citoplasmas dando origem às mitocôndrias; essa união (simbiose) auxiliou a formação dos protoctistas, metazoa e fungi. Enquanto uma cianobactéria invadiu o citoplasma de uma outra célula na qual ja havia uma bactéria simbiótica (mitocôndria) formando os Protoctistas (fotossintetizantes) e os Metáfita.